1. Definir
Antes do código, o contrato da tarefa: qual é o problema, o que está fora do escopo, quais riscos existem e quais critérios de aceite vão dizer que terminou.
- Problema e objetivo escritos
- Riscos e limites declarados
- Critérios de aceite testáveis
2. Planejar
O trabalho vira etapas, com dependências e responsáveis. O que não depende um do outro roda ao mesmo tempo. Nada é repassado a outro agente sem autorização.
- Dependências mapeadas
- Quem faz cada parte
- O que vai provar cada critério
3. Construir
A menor mudança que resolve, dentro dos limites autorizados. Código e testes podem andar em paralelo, cada um com o seu especialista.
4. Verificar
Testes e checagens automáticas rodam no que mudou. Sem evidência, o status fica “não comprovado”. Registros e recibos ficam guardados no histórico.
5. Revisar
Revisão de código, de segurança e o veredito do VERITAS, que pergunta: existe? funciona? conecta? persiste? Um revisor não lê o parecer do outro. Sem revisor independente disponível, o recibo sai marcado como degradado.
O que o Thoth não é
Para não haver expectativa errada:
- Não é um modelo de IA: coordena os modelos que você já usa
- Não é um editor: funciona dentro do seu agente ou editor
- Não é um chat: divide, confere, guarda prova e lembra
- Não age sem freio: card antes do código, aprovação quando o risco sobe, pausa a qualquer momento